O GMO Internet, um conglomerado japonês multi-bilionário de internet e tecnologia, revelou seus planos para lançar seu serviço de cloud mining de bitcoin em agosto.

Fundada no início dos anos 90, a GMO (localizada em Tóquio) anunciou sua incursão na esfera das criptomoedas em setembro do ano passado, através de um investimento multi-milionário na área de mining.

Tal esfera consiste em seus miners ganharem novas moedas como recompensa por criarem blocos de transações validadas, incluindo-as em um blockchain. Sendo um processo que demanda muita energia, o lucro da mineração advém quando a recompensa excede os custos de mineração e eletricidade. À época, a GMO já tinha apresentado indícios de entrar na esfera da cloud mining, ao permitir que clientes alugassem a hashrate de seus equipamentos.

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Em um anúncio realizado na última sexta-feira, a GMO confirmou seus planos acerca do lançamento de seu novo serviço de cloud mining, chamado Z.com Cloud Mining, em agosto. Para aumentar o interesse, a companhia realizará sessões informativas em nove cidades ao redor do mundo, em março. São elas: Tóquio, Nova York, Los Angeles, Londres, Frankfurt, Hong Kong, Cingapura, Zurique e Dubai.

“Antes de adentrar nos negócios de mineração de criptomoedas, anunciamos nosso plano para oferecer serviços de cloud mining,” afirmou a companhia. “Nós já estamos sendo questionados sobre este serviço, então, a partir de março de 2018, a GMO Internet realizará sessões informativas em nove cidades visando atender as necessidades de companhias e negócios ao redor do mundo que tenham anunciado suas intenções de participar do cloud mining.”

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Em oferta está um contrato de aluguel com duração de dois anos, no valor de $5 milhões, uma taxa que inclui custos de energia, propriedade, manutenção e segurança durante o referido período. A operação de cloud mining suportará especificamente criptomoedas mineradas no algorítimo SHA256, notadamente Bitcoin e Bitcoin Cash. O gigante da internet afirma que planeja aceitar oito contratos por mês.

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Com o valor substancial do contrato, a GMO considera uma alternativa mais barata que “permita a um indivíduo ou um negócio, que encontre dificuldade em fazer um investimento massivo em equipamentos de mineração, participar de minerações.”

Enquanto detalhes sobre as instalações permanecem escassos, é provável que seja ao norte da Europa, onde a GMO lançou seu centro de mineração, utilizando energia plenamente renovável, em dezembro do último ano.

Fonte: CCN.com

Edição: Webitcoin