Solana mira US$ 150 após recuperar faixa, diz Ansem
A Solana voltou a negociar dentro de uma faixa semanal acompanhada há cerca de cinco meses. Assim, traders monitoram o suporte entre US$ 72 e US$ 75, a resistência entre US$ 83 e US$ 88 e um possível avanço até US$ 150 no terceiro trimestre.
A Solana opera novamente dentro de uma ampla faixa de preços válida desde fevereiro. Segundo o trader Ansem, o ativo recuperou essa estrutura depois de falhar em romper para baixo no mês passado. Como resultado, a leitura de curto prazo ficou mais construtiva.
A faixa semanal destacada por Ansem começou na primeira vela semanal de fevereiro. O limite inferior aparece perto de US$ 67,50, enquanto o teto da estrutura está na região de US$ 106. Agora, a Solana testa outra vez uma zona de resistência relevante entre US$ 81,50 e US$ 88. Se houver um rompimento consistente acima dessa área, o cenário de recuperação pode ganhar força.
Faixa semanal segue no radar dos traders
Segundo Ansem, a Solana tentou perder a faixa semanal durante uma forte onda de vendas, marcada por volume elevado e sentimento extremo de medo. Ainda assim, o rompimento de baixa não se sustentou. Dessa forma, o preço voltou a se posicionar dentro da estrutura, o que reforçou a tese de recuperação no curto prazo.
Solana: So11111111111111111111111111111111111111112. Análise de mercado de Solana. Semanal, diário e uma hora.
No gráfico semanal, o preço ficou preso por cinco meses na faixa da vela semanal da primeira semana de fevereiro, com mínimas em US$ 67,50 e máximas em US$ 106.
Além disso, falhou em romper para baixo durante uma liquidação de alto volume e no pico do medo do mercado.
Fonte: Ansem no X.
Nessa leitura, a mínima da faixa em US$ 67,50 segue como principal nível de defesa no lado baixista. Por outro lado, uma quebra abaixo das mínimas de junho enfraqueceria a tese de recuperação. Até que isso aconteça, a consolidação mais ampla permanece em vigor.
A resistência mais imediata continua entre US$ 81,50 e US$ 88. Essa área ganhou importância porque a Solana retesta exatamente essa zona após recuperar a faixa semanal. Portanto, um fechamento mais firme acima desse intervalo melhoraria a configuração técnica observada no gráfico semanal.
Resistência entre US$ 81,50 e US$ 88 ganha peso
O intervalo entre US$ 81,50 e US$ 88 concentra a atenção de traders porque pode definir o próximo movimento direcional. Em outras palavras, superar essa faixa abriria espaço para uma extensão da alta. Caso contrário, o mercado pode voltar a testar níveis inferiores antes de nova tentativa de rompimento.
Gráfico diário coloca US$ 106 como próximo alvo
No gráfico diário, Ansem destacou que a maior parte da atividade de negociação ocorreu entre US$ 78 e US$ 92. O ponto de controle está perto de US$ 85, região próxima de onde a alta recente perdeu força. Assim, esse nível ganhou relevância para o comportamento de curto prazo.
Ele também observou que a queda rápida entre US$ 83 e US$ 60 já foi totalmente preenchida. Ou seja, o preço voltou a circular por uma área antes considerada fraca. Agora, o próximo teste será verificar se os compradores conseguem sustentar o suporte em um eventual recuo.
Se a Solana registrar fechamentos diários acima das máximas de junho, perto de US$ 83, o ativo poderá ganhar espaço para avançar. Nesse cenário, o topo da faixa em US$ 106 passa a ser o objetivo principal. Além disso, Ansem ressaltou que falhas em rompimentos de baixa costumam levar o preço a testar o lado oposto da faixa.
Ponto de controle em US$ 85 concentra a disputa
O ponto de controle em US$ 85 marca a região com maior volume negociado dentro da estrutura recente. Por isso, traders tendem a observar esse patamar como referência. Se o preço se mantiver acima dele, a pressão compradora pode se fortalecer. No entanto, perder essa área pode reabrir espaço para uma correção.
Suporte entre US$ 72 e US$ 75 define o curto prazo
No gráfico de uma hora, Ansem apontou uma zona de demanda entre US$ 72 e US$ 75. Segundo ele, essa área pode funcionar como ponto de compra para a próxima semana, enquanto o nível de invalidação da leitura fica abaixo de US$ 71. Assim sendo, esse intervalo se tornou o principal suporte de curto prazo.
Se a Solana sustentar essa faixa, o primeiro alvo de alta continua entre US$ 83 e US$ 85. Além disso, um movimento limpo acima dessa região recolocaria os US$ 106 no radar, já que esse nível segue como o principal topo da estrutura semanal.
Ansem também citou US$ 150 e patamares superiores como objetivos estendidos para mais adiante no terceiro trimestre. Contudo, esse caminho depende de um rompimento convincente acima de US$ 106. Por enquanto, a atenção permanece concentrada no suporte entre US$ 72 e US$ 75 e na resistência entre US$ 83 e US$ 88.
Em suma, a leitura técnica indica que a Solana segue dentro da faixa semanal iniciada em fevereiro. A estrutura mantém suporte em US$ 67,50, resistência relevante entre US$ 81,50 e US$ 88, alvo intermediário em US$ 106 e projeção estendida até US$ 150 no terceiro trimestre, desde que o ativo confirme força acima dos níveis destacados por Ansem.