SpaceX: Grok seleciona 3 ETFs com exposição à empresa
Investidores que buscam exposição à SpaceX e à indústria espacial comercial podem recorrer a ETFs negociados em bolsa. A companhia amplia sua presença em internet via satélite, serviços de lançamento e tecnologias orbitais emergentes. Além disso, três meses após sua oferta pública inicial, o interesse por fundos ligados à exploração espacial continua elevado.
Nesse contexto, o modelo de inteligência artificial Grok selecionou três ETFs com exposição à SpaceX. Os fundos oferecem diferentes níveis de participação na empresa e acesso mais amplo à economia espacial. Assim, as opções incluem estratégias concentradas, diversificadas e administradas ativamente.
Fundos oferecem diferentes níveis de exposição
Tema Space Innovators ETF
O Tema Space Innovators ETF, negociado pelo código NASA na Nasdaq, investe exclusivamente em empresas que comercializam o espaço. Sua carteira reúne negócios de sistemas de foguetes, tecnologia de satélites, propulsão e outros segmentos espaciais. Após o IPO da SpaceX, a companhia passou a representar cerca de 25% dos ativos do fundo.
Além da SpaceX, o ETF mantém posições relevantes em Rocket Lab e AST SpaceMobile. Lançado em março de 2026, o NASA atraiu atenção por concentrar recursos em empresas diretamente ligadas ao setor espacial. Dessa maneira, o fundo evita uma exposição maior a companhias diversificadas dos setores aeroespacial e de defesa.

Gráfico de preço do NASA. Fonte: Google Finance
Com isso, a estratégia permite acompanhar o crescimento da SpaceX sem abandonar outras empresas beneficiadas pela expansão da atividade orbital. Por outro lado, a elevada concentração diferencia o produto de fundos espaciais mais amplos. O NASA cobra uma taxa de administração de 0,75%.
Procure Space ETF
O Procure Space ETF, identificado pelo ticker UFO na NYSE Arca, segue uma abordagem diversificada e baseada em regras. O fundo acompanha o VettaFi Space Index, formado por empresas que obtêm uma parcela relevante da receita em atividades espaciais. Após o IPO da SpaceX e o rebalanceamento do índice, as ações SPCX entraram na carteira com peso próximo de 5%.
Entre as principais participações estão Garmin, Trimble, Viasat, EchoStar, AST SpaceMobile e Rocket Lab. Assim como o NASA, o UFO cobra uma taxa de administração de 0,75%. Além disso, por ser um dos ETFs de exploração espacial mais antigos, o fundo reúne dezenas de empresas industriais, tecnológicas e de comunicação.

Gráfico de preço do UFO. Fonte: Google Finance
Essa diversificação reduz o risco associado ao desempenho de uma única ação. Ao mesmo tempo, a estratégia mantém a participação do investidor no crescimento de longo prazo do setor espacial comercial. Em contrapartida, o fundo oferece uma exposição direta menor à SpaceX do que o ETF NASA.
ARKX combina exploração espacial e tecnologia
O ARK Space Exploration & Innovation ETF, negociado como ARKX, foi a terceira escolha do Grok. O fundo adota gestão ativa e investe em tecnologias disruptivas ligadas à exploração espacial e à inovação em satélites. Atualmente, a SpaceX ocupa a maior posição da carteira, com aproximadamente 10% dos ativos.
Já as demais participações incluem Rocket Lab, L3Harris Technologies, Kratos Defense, Nvidia e Amazon. Diferentemente dos fundos com foco mais restrito, o ARKX combina lançamentos e redes de satélites com empresas de defesa e computação avançada. Nesse sentido, a composição reflete a visão da ARK Invest sobre tecnologias capazes de apoiar a futura infraestrutura espacial.

Gráfico de preço do ARKX. Fonte: Google Finance
Por sua vez, a gestão ativa permite que o ARKX ajuste suas alocações conforme o setor evolui. Entre os fatores considerados estão a comercialização da Starship, a expansão dos satélites e as aplicações espaciais orientadas por inteligência artificial. Portanto, os três ETFs apresentam estratégias distintas para acompanhar o avanço da indústria espacial comercial.