Nova geração de IA revoluciona o atendimento ao cliente

O alto custo de chatbots ruins

O alto custo de chatbots ruins: nova geração de IA revoluciona o atendimento ao cliente

Estudos apontam que mais de 75% dos consumidores querem personalização e 1 em cada 3 clientes abandona a marca após uma má experiência

Empresas que ainda aposta em chatbots tradicionais para atender clientes podem estar pagando caro por isso. De acordo com a Zendesk, 76% dos consumidores exigem interações personalizadas e mais de 30% abandonam a marca após um atendimento ruim. A frustração gerada por bots engessados, incapazes de entender o contexto ou resolver demandas, tornou-se um dos principais vilões da jornada do cliente.

Os chatbots foram uma promessa de eficiência, mas hoje são sinônimo de atrito. As pessoas querem ser ouvidas, não empurradas por menus intermináveis”, afirma Fábio Tiepolo, fundador da StaryaAI, startup que vem ganhando espaço ao aplicar agentes inteligentes baseados em IA generativa para transformar o relacionamento com o cliente.

O que diferencia os agentes da StaryaIA dos bots tradicionais é a capacidade de compreender contextos, adaptar respostas em tempo real e aprender com cada nova interação. Na prática, isso significa mais agilidade, menos frustração e maior precisão, pontos críticos para setores como saúde, finanças, varejo e serviços digitais, onde a experiência impacta diretamente na fidelização.

Os números reforçam a urgência da mudança. Empresas que adotam personalização têm 71% mais chances de fidelizar clientes, segundo Zendesk. Outro levantamento da PwC mostra que 59% dos consumidores no Brasil afirmam já ter desistido de uma compra ou serviço por conta de uma experiência ruim de atendimento. A pressão por eficiência e humanização cresce à medida que os clientes esperam respostas rápidas, empáticas e assertivas.

O consumidor de hoje quer se sentir compreendido e atendido com agilidade. Nossos agentes pensam como humanos e operam com a precisão de uma IA. Eles são capazes de personalizar cada atendimento, reduzindo tempo e aumentando a efetividade da resposta”, explica. “O futuro do relacionamento não está em substituir pessoas por máquinas, mas em liberar o time humano para atuar em pontos de maior valor enquanto a IA assume o que pode ser automatizado com qualidade”, complementa Fabio Tiepolo.

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