Chainlink testa máxima de 2025 após sinal de recuperação

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A Chainlink lançou recentemente o Cross Chain Interoperability Protocol 2.0, conhecido como CCIP 2.0. A atualização amplia o controle das instituições sobre transferências de recursos entre diferentes redes. Ao mesmo tempo, tokenização, pagamentos e stablecoins ganham espaço entre investidores institucionais.

A demanda por infraestrutura capaz de conectar blockchains também continua crescendo. Nesse contexto, a parceria da Chainlink com a SWIFT criou uma ponte com o sistema financeiro tradicional. Com isso, o mercado avalia se esses avanços podem sustentar uma recuperação do LINK.

Enquanto isso, a Grayscale comprou 159.480 LINK, avaliados em US$ 2,36 milhões, por meio de seu ETF de Chainlink. As aquisições realizadas em setembro somaram 629.100 LINK, com valor próximo de US$ 8,3 milhões. Por sua vez, a Bitwise apresentou à SEC um novo prospecto para um ETF que destinaria 20% dos recursos ao staking.

LINK rompe nível semanal relevante

Gráfico semanal do LINK
Fonte: LINK/USDT no TradingView

 

A estrutura semanal da Chainlink passou a indicar uma tendência de alta. Em meados de agosto, o LINK superou o nível de US$ 10,87, que marcou um topo em maio. Depois, os compradores confirmaram essa faixa como suporte durante o recuo do preço.

O reteste impulsionou o LINK em direção ao próximo patamar relevante, localizado em US$ 15,01. Dessa forma, o movimento aproximou o preço da região das máximas de 2025. Um fechamento semanal acima dessa faixa reforçaria o cenário favorável para a Chainlink.

O indicador DMI também apontou uma forte tendência de alta, em linha com a estrutura semanal. Além disso, o RSI ainda não entrou na região de sobrecompra nem apresentou divergência baixista. Portanto, os indicadores não mostravam sinais imediatos de esgotamento comprador.

O OBV vem se recuperando desde julho e sugere uma pressão compradora constante. Porém, uma queda abaixo de US$ 10,60 representaria o primeiro sinal de dificuldade para essa leitura. Até esse limite, a possibilidade de continuidade da recuperação permanecia favorável para os meses seguintes.

Estrutura de curto prazo continua positiva

Gráfico de quatro horas do LINK
Fonte: TradingView

 

No gráfico de quatro horas, a estrutura do LINK também permanece altista. O recuo iniciado em US$ 15,77 levou o preço da região inferior a US$ 14 até uma zona local de demanda. Antes, essa área funcionou como resistência durante o fim de agosto.

Até agora, os compradores conseguiram defender essa região. Entretanto, o LINK ainda pode recuar até US$ 12,85 caso aumente a pressão vendedora no mercado. Esse movimento ganharia força se o Bitcoin corrigisse para menos de US$ 80 mil.

Ainda assim, a estrutura de quatro horas seguirá positiva enquanto o preço permanecer acima de US$ 12,05. Na análise, uma queda abaixo de US$ 13,91 aparecia como uma possível oportunidade de compra. Contudo, o comportamento do Bitcoin continuava como um fator relevante para o desempenho do LINK.

Em síntese, o CCIP 2.0 e o interesse institucional podem favorecer um quarto trimestre positivo para a altcoin. Ao mesmo tempo, os gráficos de prazos mais longos mostram recuperação e sinais iniciais de uma tendência de alta. Assim, a defesa dos suportes indicados será importante para sustentar essa perspectiva.

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