Chainlink testa suporte e pode cair até US$ 7,88

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A Chainlink apresentou um dos piores desempenhos entre os principais ativos do mercado de criptomoedas nas últimas 24 horas. O LINK caiu 7,3% no período, em meio à pressão vendedora sobre diferentes criptomoedas de grande capitalização. Além disso, dados do mercado de derivativos indicaram uma redução relevante no posicionamento dos traders.

Nesse contexto, o interesse aberto, ou Open Interest (OI), do LINK recuou 11,6% em 24 horas. Ao mesmo tempo, as taxas de financiamento se aproximaram de zero, embora tenham permanecido positivas. Dessa forma, o mercado reduziu as posições alavancadas. Ainda assim, os traders não passaram a apostar predominantemente em novas quedas.

Dados de interesse aberto da Chainlink

Fonte: Coinalyze

 

Zonas de liquidez podem atrair o preço do LINK

O mapa de liquidações do último mês mostrou uma concentração relevante em US$ 12. Outra zona aparece pouco abaixo de US$ 13. Portanto, essas faixas podem atrair o preço do LINK no curto prazo. No entanto, um avanço até esses níveis não eliminaria a pressão vendedora observada no mercado.

Enquanto isso, a Chainlink ampliou o acesso aos mercados de ações asiáticos por meio de sua iniciativa de tokenização. Porém, esse avanço não criou uma nova demanda pelo LINK. Até o momento, a expansão da infraestrutura não se refletiu em maior força compradora para o ativo.

Mapa de liquidações da Chainlink

Fonte: CoinGlass

 

Suporte de US$ 10,87 ganha importância

No gráfico semanal, o LINK varreu um nível de oscilação em US$ 15 durante setembro e recuou em seguida. Agora, outra mínima de oscilação, localizada em US$ 10,87, corre risco de rompimento. Assim, um fechamento semanal abaixo desse patamar indicaria espaço para uma queda até US$ 7,88. Nesse cenário, a região de US$ 7 poderia se tornar o próximo objetivo ao longo das semanas seguintes.

Além desse suporte, o mapa de liquidações identificou uma concentração de liquidez próxima de US$ 10,30. Esse nível também coincide com uma mínima semanal recente de US$ 10,27. Por outro lado, a proximidade entre essas faixas pode aumentar a disputa entre compradores e vendedores. Com isso, o comportamento do LINK nessa região será importante para definir o próximo movimento.

Gráfico semanal do par LINK e USDT

Fonte: LINK/USDT no TradingView

 

Resistência limita uma possível reação da Chainlink

Um cenário de recuperação no curto prazo envolveria uma varredura da mínima de US$ 10,27. Para isso, o LINK também precisaria retomar o patamar de US$ 11,80. Contudo, os compradores ainda enfrentam uma resistência importante antes de confirmar o movimento. Portanto, a reação nessa faixa definirá se o preço consegue evitar uma deterioração maior.

Nas últimas semanas, o LINK manteve uma tendência de baixa no gráfico de quatro horas. Em especial, uma linha descendente formada ao longo de um mês conteve as tentativas de recuperação. Além disso, a mínima de oscilação de US$ 10,61, registrada em meados de setembro, enfrentou pressão crescente dos vendedores. Como resultado, a estrutura técnica continuou desfavorável aos compradores.

As mínimas descendentes registradas nas semanas recentes reforçaram essa leitura. Por isso, a zona entre US$ 10,60 e US$ 10,80 tornou-se decisiva para a Chainlink. Caso os compradores não sustentem essa região, o LINK poderá seguir em direção a US$ 7,88 nas próximas semanas. Nesse caso, a perda do suporte confirmaria a continuidade da tendência de baixa apresentada nos gráficos.

Gráfico de quatro horas do par LINK e USDT

Fonte: LINK/USDT no TradingView

 

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