Chainlink testa US$ 11 e mira suporte em US$ 10,75
O Chainlink operava perto de US$ 11,05 após o LINK cair 2,71% nas últimas 24 horas. Conforme os dados recentes do mercado, a cotação alcançou uma máxima próxima de US$ 11,31. No período, o preço também superou brevemente US$ 11,20. Além disso, o volume negociado somou aproximadamente US$ 371,89 milhões.
Os vendedores dominaram a sessão mais recente. Após alcançar US$ 11,31, o LINK perdeu o impulso de alta durante a tarde. Em seguida, a cotação recuou para perto de US$ 10,94. Depois, recuperou US$ 11,12, mas voltou à região de US$ 11,05 sob pressão vendedora.
LINK permanece próximo de níveis técnicos importantes
O suporte imediato aparece em US$ 10,92, região que o preço testou diversas vezes. A faixa pode limitar novas quedas no curto prazo. Ainda assim, a falta de impulso acima de US$ 11,10 indica fraqueza entre os compradores. Com isso, o mercado ainda não definiu uma direção clara.
A oferta circulante do LINK soma 748,10 milhões de unidades, o que avalia o projeto em cerca de US$ 8,27 bilhões. A esse preço, o LINK permanece significativamente abaixo da máxima histórica de US$ 52,70, que ocorreu em maio de 2021.
A analista técnica Lana Valentis identificou uma formação de flâmula de alta no gráfico diário do LINK. Segundo a análise, o padrão surgiu após uma valorização robusta de 50%. A estrutura também pode sinalizar o fim de uma tendência prolongada de queda. Assim, a formação consolida os ganhos iniciados em US$ 7,50 logo acima da região de US$ 11.
Se o LINK romper o limite superior da formação, US$ 11,50 e US$ 12 podem entrar no radar. Sob essa hipótese, o mercado acompanharia resistências posteriores em US$ 15,50 e US$ 20. Depois, a projeção de longo prazo alcançaria US$ 24,80. Porém, o preço precisaria superar e sustentar as resistências intermediárias.
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US$ 11,50, US$ 12, US$ 15,50, | US$ 10,92, | Possível |
Minidicionário: a flâmula de alta é um padrão de continuação usado na análise técnica. Em geral, ela representa uma pausa na tendência de alta antes de um possível novo avanço.
Perda da formação pode levar o LINK a US$ 10
Por outro lado, uma falha na formação aumentaria a pressão sobre o LINK. Com a perda da base da flâmula, a região de US$ 10 seria o próximo ponto de interesse. Em seguida, o suporte mais amplo apareceria em US$ 7,50. Portanto, a manutenção da estrutura técnica continua relevante para o cenário de alta.
O investidor Jordan, também analista de mercado, destacou a recuperação do LINK desde abaixo de US$ 8 até US$ 11,90. Durante esse percurso, o preço formou padrões voláteis de curto prazo. No entanto, as tentativas de superar US$ 11,90 falharam repetidamente no gráfico de quatro horas. Ao mesmo tempo, outra resistência permanece em US$ 12,50.
O suporte semanal fica em US$ 10,75. Se o LINK fechar abaixo desse patamar, traders poderão acompanhar uma possível queda até US$ 8,50. A partir daí, a pressão vendedora ganharia força no curto prazo. Contudo, Jordan ressaltou que esse cenário permanece hipotético enquanto o preço sustentar US$ 10,75.
Os analistas concentram a atenção na faixa entre US$ 10,75 e US$ 11,90, considerada decisiva para o próximo movimento relevante. Desse modo, a direção do LINK depende da manutenção dessa banda ou de um rompimento acima da resistência.
Faixa entre US$ 10,75 e US$ 11,90 orienta o mercado
Atualmente, o LINK opera em uma faixa estreita entre US$ 10,75 e US$ 11,90. Enquanto o preço sustentar o limite inferior, a flâmula de alta continuará preservada. Uma reação consistente poderia abrir novas tentativas em direção a US$ 11,50. Já a perda do suporte permitiria testes em US$ 10,25 e, possivelmente, US$ 8,50.
Uma eventual saída da faixa precisa ocorrer com aumento relevante do volume negociado. Por isso, os analistas esperam essa confirmação antes de apontar uma direção mais consistente. Até lá, o LINK pode continuar oscilando entre suportes e resistências importantes. Enquanto isso, permanecem abertos tanto o cenário de alta quanto o de queda para o projeto Chainlink.