ChatGPT projeta XRP a US$ 1,24 até 1 de julho
O XRP pode alcançar US$ 1,24 em 1 de julho de 2026, segundo uma projeção gerada pelo ChatGPT. Se a estimativa se confirmar, o movimento representará alta de cerca de 9% sobre a faixa atual do ativo.
Atualmente, o token associado à Ripple enfrenta um ponto decisivo. De um lado, a demanda institucional segue forte. De outro, o preço ainda perde impulso no curto prazo. Ainda assim, o XRP continua mais de 50% abaixo do pico de janeiro de 2026, quando atingiu US$ 2,34.
No recorte de preço citado pela projeção, o ativo era negociado a US$ 1,15, com valorização de aproximadamente 1,6% em 24 horas. Além disso, no acumulado de sete dias, o avanço superava 5%.

Modelo indica recuperação moderada para o token
O cenário-base coloca o XRP em US$ 1,24 até 1 de julho. Em condições consideradas normais para o mercado, a faixa projetada vai de US$ 1,18 a US$ 1,32.
Além disso, o ChatGPT atribuiu 50% de probabilidade a esse cenário central. Em contrapartida, o cenário de baixa recebeu 30% de probabilidade. Nesse caso, o token poderia recuar para uma faixa entre US$ 0,98 e US$ 1,10.
Essa hipótese depende da perda de suportes e da continuidade da fraqueza no mercado de criptomoedas. Por outro lado, o cenário de alta ficou com 20% de probabilidade.
Nessa leitura mais otimista, o XRP pode avançar para uma zona entre US$ 1,40 e US$ 1,65. Para isso, compradores precisariam retomar resistências relevantes, enquanto a demanda institucional seguiria em aceleração.
Em resumo, a projeção sugere uma recuperação moderada nas próximas semanas. Contudo, um retorno rápido à máxima de janeiro, em US$ 2,34, ainda parece menos provável.
ETFs spot e baleias reforçam tese de acumulação
Um dos principais vetores da projeção é a demanda institucional. Desde o lançamento dos ETFs spot de XRP nos Estados Unidos, em novembro de 2025, esses produtos acumularam cerca de US$ 1,41 bilhão em entradas líquidas.
Juntos, eles passaram a deter aproximadamente 904,8 milhões de XRP. Esse volume equivale a quase 0,9% da oferta circulante do ativo.
Ademais, esse movimento ganhou força em maio. Nesse período, os ETFs registraram US$ 118,29 milhões em aportes, incluindo um recorde semanal de US$ 60,5 milhões no intervalo encerrado em 15 de maio.
Ainda assim, mesmo com essa pressão compradora, o XRP seguia próximo de US$ 1,15. Dessa forma, o mercado indica que a fraqueza mais ampla entre criptomoedas compensou parte do impacto positivo da acumulação institucional.
Os indicadores on-chain reforçam essa leitura. Mais de 25 milhões de XRP saíram recentemente das exchanges. Ao mesmo tempo, o número de carteiras de baleias subiu para o recorde de 332.230 endereços.
Em geral, a retirada de tokens das corretoras, somada ao crescimento de grandes detentores, costuma indicar acumulação de longo prazo. Por isso, esse padrão ganha relevância em períodos de sentimento mais fraco.
Níveis técnicos podem definir o próximo movimento
No curto prazo, a trajetória do XRP depende de níveis técnicos bem definidos. O suporte imediato está em US$ 1,10. Já US$ 1,26 e US$ 1,30 se transformaram em resistências importantes, depois de terem funcionado como suporte.
Se houver rompimento acima da faixa entre US$ 1,45 e US$ 1,48, o ativo pode abrir espaço para avanço até US$ 1,51. Posteriormente, o preço poderia mirar US$ 1,67.
Portanto, o suporte em US$ 1,10 e a resistência em US$ 1,48 aparecem como os pontos mais relevantes na virada para julho.
Outro fator que pode favorecer uma alta é a forte concentração de posições vendidas. Atualmente, as posições vendidas superam as compradas em cerca de 9 para 1.
Além disso, há aproximadamente US$ 227 milhões em liquidações de vendidos posicionadas acima dos preços atuais. Se o XRP romper essa região, a recomposição forçada dessas posições pode acelerar os ganhos.
Como resultado, a projeção mostra um ativo apoiado por entradas recordes em ETFs, retirada de mais de 25 milhões de tokens das exchanges e aumento das carteiras de baleias para 332.230 endereços. Mesmo assim, o preço ainda permanece distante da máxima de US$ 2,34 registrada em janeiro.