Deutsche Bank adota staking de HBAR via Taurus
O Deutsche Bank passou a usar a plataforma Taurus para realizar staking nativo de HBAR. A infraestrutura também permite emitir ações tokenizadas ligadas a ativos do mundo real, os RWAs, e a private equity. Com isso, o banco amplia o uso institucional de redes blockchain em suas operações.
Taurus amplia infraestrutura blockchain do banco
A Taurus é uma empresa suíça de infraestrutura para ativos digitais, fundada em Genebra em 2018. A companhia oferece soluções para bancos e outras instituições reguladas. Entre os serviços estão custódia, emissão, tokenização e staking de diferentes ativos digitais.
Agora, a oferta da Taurus incorpora a tecnologia da Hedera Hashgraph. Dessa maneira, a infraestrutura disponibilizada ao Deutsche Bank permite tokenizar e monetizar em blockchain seus próprios valores mobiliários. O banco também pode participar da rede Hedera ao lado de outras instituições financeiras.
O Deutsche Bank está entre as principais instituições financeiras da Europa. Nos dados apresentados, a instituição aparece avaliada em US$ 64 bilhões. Ao mesmo tempo, a integração adiciona o staking nativo de HBAR às operações oferecidas pela Taurus.
Instituições exploram tokenização na Hedera
A estrutura também viabiliza ações tokenizadas vinculadas a RWAs e private equity. Portanto, o banco pode combinar staking com a emissão e monetização em blockchain de valores mobiliários. A Taurus, por sua vez, fornece a infraestrutura corporativa necessária para administrar essas operações.
O Deutsche Bank se junta a instituições como Jane Street, Lloyds Bank, Standard Bank e Shinhan Bank. Essas organizações exploram a rede Hedera para tokenizar ativos do mundo real. Assim, a integração reforça o interesse institucional em aplicações blockchain para operações financeiras.
O Conselho de Governança da Hedera supervisiona as operações da rede. Entre os integrantes estão Google, IBM, Deutsche Telekom, Accenture e FedEx. Contudo, a Hitachi deixou o conselho há algumas semanas, reduzindo o número de membros para 33.
Apesar da saída, o preço do HBAR permaneceu praticamente estável no período analisado. O movimento sugere que a mudança no conselho não provocou uma reação relevante do mercado. Enquanto isso, investidores acompanham os níveis técnicos da altcoin.
HBAR consolida entre US$ 0,08 e US$ 0,09
O HBAR negocia na faixa entre US$ 0,08 e US$ 0,09, conforme os dados apresentados. Além disso, o gráfico forma um padrão conhecido como fundo duplo. Historicamente, essa configuração pode anteceder uma reversão, embora não garanta uma recuperação.
O analista de criptomoedas Gopal apontou US$ 0,22 como alvo potencial se o impulso comprador retornar. Esse patamar também corresponde à máxima trimestral indicada na análise. Depois, o objetivo de longo prazo estaria em US$ 0,35.
A projeção considera um padrão semelhante observado em 2025. Na ocasião, o HBAR avançou de aproximadamente US$ 0,09 para mais de US$ 0,30. O preço também superou a resistência de US$ 0,22 em apenas 30 dias.
| Alvos de resistência | Níveis de suporte | Faixa recente de preço | Máxima trimestral | Alvo de longo prazo |
|---|---|---|---|---|
| US$ 0,11 / US$ 0,22 | US$ 0,08 / US$ 0,09 / US$ 0,092 | US$ 0,08–US$ 0,09 | US$ 0,22 | US$ 0,35 |
Indicadores ainda mostram pressão vendedora
Dados de mercado da TradingView indicam pouco suporte de grandes investidores nos níveis atuais. Ainda assim, os compradores tentam preservar a região considerada essencial, próxima de US$ 0,092. Esse nível aparece entre os principais suportes apresentados pela análise.
No curto prazo, os indicadores mostram pressão vendedora entre os maiores detentores. O Chaikin Money Flow, conhecido pela sigla CMF, está próximo de -0,07. Nesse contexto, a leitura sinaliza uma perspectiva levemente negativa para o fluxo de capital.
Em contrapartida, a marca de US$ 0,11 coincide com uma das Bandas de Bollinger observadas no gráfico. A recuperação desse patamar continua necessária para melhorar a estrutura técnica do preço. Caso isso ocorra, o HBAR poderá voltar a testar resistências superiores.
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