Entrevista: Eduardo Salvatore, business developer da FlowBTC, fala um pouco de sua trajetória e da exchange

Em mais uma entrevista exclusiva concedida ao Webitcoin, Junio Santana conversa com Eduardo Salvatore, business developer da exchange de criptomoedas FlowBTC.

Salvatore fala sobre como conheceu a tecnologia blockchain e o Bitcoin durante uma aula do curso de engenharia de produção – e o seu amor a primeira vista por este movimento disruptivo.

Ele começa contando sua trajetória com arbitragem, menciona um caso em que foi enganado por um hacker e explica um pouco sobre seu esforço em nutrir a comunidade, por meio de eBooks disponibilizados gratuitamente, tratando sobre diversos temas da esfera.

Prosseguindo acerca de sua visão do mercado, ele responde sobre a maior dificuldade que brasileiros terão para reconhecer as criptomoedas:

“Acho que é a UX, a experiência do usuário. O usuário não quer saber muito o que tá passando por trás, ele quer um aplicativo no celular através do qual ele vai conseguir enviar dinheiro para Deus e o mundo, pagando uma taxa bem menor e, quanto mais ele utilizar, mais lugares aceitam e isso gera um efeito intrínseco na rede. Além disso, tem a barreira do conhecimento, que estamos no caminho de quebrar. Eu acho que é bem isso, UX e aceitação da moeda.”

Eduardo diferencia ainda, de forma muito feliz, moedas digitais e tokens – algo que, como o mesmo disse, ainda é muito nublado. Além de diferenciar, ele elenca os diferentes tipos de tokens, uma explicação bem elucidativa para aqueles que não entendem muito bem a matéria.

Webitcoin: Entrevista: Eduardo Salvatore, business developer da FlowBTC, fala um pouco de sua trajetória e da exchange

Ademais, ele trata da FlowBTC, corretora de criptomoedas para a qual presta seus serviços, explicando um pouco sua estrutura – aproveitando para revelar que é a única exchange com investidores do mercado tradicional, além de salientar a preocupação da exchange com segurança.

O mercado também é mencionado na entrevista, tendo Eduardo aproveitado para dar sua opinião:

“O que aconteceu esse ano foi uma correção do hype do ano passado. Com a explosão de ICOs, era preciso comprar Bitcoin ou Ether para enviar a algum projeto. Os projetos começaram a arrecadar até 500 milhões de dólares só com o white paper. […] Isso inflou o mercado.”

Confira os demais pontos abordados, que também abarcam a entrada de investidores institucionais, assistindo à entrevista na íntegra!