Google Trends: interesse pelo Bitcoin cresceu em Cuba

De acordo com dados do Google Trends, Cuba agora ocupa o segundo lugar em termos de interesse por Bitcoin nos últimos 30 dias

Nos últimos 30 dias, os cidadãos cubanos tornaram-se mais interessados ​​no Bitcoin, já que em termos de número de pesquisas relacionadas à criptomoeda carro-chefe, Cuba, com uma população estimada de 11,34 milhões, ficou em segundo lugar.

De acordo com o Google Trends, Cuba perde apenas para a Nigéria. A crescente popularidade do Bitcoin na nação insular está associada a sanções mais duras dos EUA, bem como a restrições ao uso de plataformas de pagamento PayPal e Stripe.

Os cinco principais países com alto interesse em Bitcoin incluem ainda África do Sul, Camarões e Gana. Com menos frequência do que outros, residentes de Taiwan, Cazaquistão e Japão recorrem ao mecanismo de pesquisa para fazer essa busca.

Anteriormente, as autoridades cubanas exploraram as opções de uso de criptomoedas em transações comerciais nacionais e internacionais para contornar as sanções dos EUA.

Como um lembrete, em agosto, a frequência das consultas de pesquisa para a frase “comprar altcoins” aumentou para os valores mais altos desde janeiro de 2018. Pelo contrário, a popularidade da busca”comprar Bitcoin” diminuiu após o halving em maio.

O interesse em Bitcoin aumenta em meio à Covid-19

Quatro países da América do Sul ficaram entre os dez mais ‘maximalistas do Bitcoin’. O Brasil teve o maior interesse de pesquisa em Bitcoin com 92,6%, enquanto o Chile e o Equador tiveram cerca de 89%. Com 87,7%, a Argentina teve a menor participação entre os dez maiores da região.

A pandemia global em curso parece ter desencadeado uma maior demanda por criptomoedas nessas nações. Mesmo que a Venezuela não esteja entre os dez primeiros, o interesse de pesquisa do Bitcoin na região ainda era de 75,2%. A pandemia de Covid-19 em curso forçou as pessoas a se envolverem em pagamentos digitais para evitar o contato com outras pessoas. O interesse pelo Bitcoin em todo o mundo aumentou nos últimos meses.

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Foto de Marcelo Roncate O autor:

Estudante de História e trader aposentado. Segue firme como entusiasta do Bitcoin e inimigo declarado das pirâmides financeiras.