SOL avança após banco estatal adotar rede Solana

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O SOL ganhou atenção após uma instituição bancária estatal dos Estados Unidos adotar a rede Solana. A Roughrider Coin, stablecoin lastreada em dólar, entrou em operação em outubro de 2026. A VersaBank USA emite o instrumento, enquanto o Bank of North Dakota supervisiona sua governança. Nesse contexto, o lançamento amplia o uso de redes públicas no sistema bancário norte-americano.

O Bank of North Dakota é o único banco estatal dos Estados Unidos. Fundado em 1919, ele acumula mais de um século de experiência na captação de depósitos. Portanto, a iniciativa não parte de uma startup em fase experimental. Ainda assim, sua adoção plena depende de definições jurídicas e operacionais.

A escolha da infraestrutura também chama atenção. Afinal, uma instituição com esse perfil preferiu uma blockchain pública a um registro privado. No momento citado, o SOL era negociado a US$ 122,96, com alta de 4,46% em 24 horas. Ao mesmo tempo, sua capitalização de mercado alcançava US$ 72,31 bilhões.

Roughrider Coin conecta bancos pela Solana

O volume negociado do SOL avançou 21,3%, para US$ 4,43 bilhões. Além disso, o instrumento acumulava valorização próxima de 100% desde a mínima registrada em junho. O lançamento bancário reforçou a atenção sobre a infraestrutura usada nas transferências. Contudo, a Roughrider Coin permanece restrita às instituições participantes.

Última hora: a plataforma de ativos digitais da Fiserv entrou em operação, com transações processadas na Solana. A Roughrider Coin, emitida para o Bank of North Dakota, permite que mais de 90 bancos e cooperativas de crédito movimentem dinheiro entre si em segundos.

Solana no X

A Roughrider Coin atende exclusivamente bancos e cooperativas de crédito. Dessa forma, mais de 90 instituições financeiras de Dakota do Norte podem transferir recursos entre si. O sistema opera em uma blockchain pública permissionada e inclui um mecanismo automático de queima. Por sua vez, esse processo conecta transferências on-chain à liquidação fiduciária realizada fora da blockchain.

Investidores de varejo não podem utilizar o instrumento. Na prática, não há negociação pública, acesso por carteiras ou mercado secundário. A Fiserv lançou a iniciativa por meio de sua plataforma de ativos digitais. Como a empresa processa pagamentos para milhares de bancos, a integração representa um canal de distribuição, e não apenas um projeto isolado.

A implementação ainda exige clareza jurídica e operacional detalhada. Mesmo assim, a operação reduz a percepção de risco para outras instituições interessadas em blockchains públicas. A participação de um banco estatal também diferencia o projeto de testes conduzidos apenas por empresas privadas.

Efeito da iniciativa sobre a demanda por SOL

O uso institucional não cria uma demanda direta expressiva pelo SOL. Isso ocorre porque a Roughrider Coin liquida operações em dólares, sem exigir que os participantes mantenham SOL. Por outro lado, cada transação consome uma pequena quantidade do instrumento nativo em taxas de rede. Assim, o impacto direto tende a permanecer limitado.

Operações institucionais, porém, podem elevar a atividade da rede. Enquanto isso, a demanda direta pelo SOL aparece em outra frente do mercado. ETFs à vista de Solana nos Estados Unidos registraram entradas recordes de US$ 188 milhões. Esse fluxo oferece uma via regulada de exposição ao desempenho do instrumento.

Fluxo dos ETFs à vista de Solana

Fonte: SoSoValue

 

Níveis técnicos do SOL após a recuperação

Os gráficos diário e semanal da Solana estão muito limpos. Há um importante nível semanal na Solana neste ponto. Um movimento rápido para cima pode ocorrer.

VikingXBT no X

O SOL encontrou uma mínima próxima de US$ 60 em junho. Desde então, o preço avançou de forma contínua e passou a negociar acima de US$ 120,50. Esse nível funcionou como suporte em 2024 e voltou a atuar como resistência em 2026. Agora, o mercado acompanha sua capacidade de sustentar a recuperação.

Suportes e resistências acompanhados pelo mercado

A análise apoiada por inteligência artificial aponta US$ 120,50 como o piso imediato. Fechamentos diários acima desse valor preservam a estrutura de recuperação. Em seguida, US$ 126,36 aparece como um teste semanal decisivo. Esse patamar limitou o desempenho do SOL nos gráficos semanais de 2024 e 2025.

Caso o preço supere essa faixa, o rompimento pode ganhar confirmação. Depois disso, o próximo alvo fica em US$ 145,93, teto observado no início de 2026. Abaixo da região atual, US$ 98,48 representa o último suporte relevante. Uma perda desse nível poderia reabrir o caminho até US$ 78,35.

O cenário permanece construtivo, mas apresenta sinais de extensão após a alta próxima de 100% desde junho. Portanto, um fechamento semanal acima de US$ 126,36 pode abrir espaço para uma aproximação de US$ 145,93. Em contrapartida, uma rejeição nessa resistência colocaria o suporte de US$ 120,50 novamente à prova.

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