Startup africana lança universidade gratuita focada em Blockchain

Protocolo pretende focar em commodities digitalmente escassas

A Tari Labsstartup sul-africana de blockchain lançou uma universidade online que disponibiliza o treinamento gratuito de desenvolvedores de blockchain locais e internacionais.

A plataforma foi lançada no início do ano por Riccardo Spagni, especialista em blockchain e líder da equipe por trás do Monero, juntamente com Naiveen Jain e Dan Teree, ambos investidores americanos.

O objetivo da universidade é retomar experiências do terminal de ativos digitais, focando em commodities escassas digitalmente.

De acordo com Naiveen, ativos digitais são “ótimos casos de uso” para o blockchain. Declarou ainda que há “oportunidade para uma experiência sem atrito”, onde os usuários poderão armazenar e transferir ativos de acordo com o regulamento definido pelos vendedores.

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A iniciativa do protocolo Tari nasceu após uma discussão entre Spagni, Jain e Teree, que chegaram à conclusão de que nenhum dos protocolos blockchain existentes supriria o desenvolvimento de soluções para os problemas atuais.

Com a universidade, a esperança é que a Tari Labs possa participar do desenvolvimento das próximas gerações de especialistas em blockchain e criadores de softwares que poderão disseminar ainda mais o protocolo.

“A Tari Labs University possui o objetivo de tornar-se um destino de fácil acesso a um material didático focado em blockchain, criptomoedas e ativos digitais, do nível iniciante ao avançado. Quanto mais especialistas pudermos desenvolver, melhor será para o ecossistema como um todo”, declarou Cayle Sharrock, colaborador sênior da Tari Labs.

De acordo com um porta-voz da startup, atualmente a empresa lidera a “plataforma descentralizada mais útil que capacita qualquer indivíduo a desenvolver produtos digitalmente escassos que a população adora”.

Aparentemente, o local escolhido para o funcionamento da universidade blockchain foi Joanesburgo, pois Spagni acredita que grande parte do talento necessário para o desenvolvimento do protocolo está na África do Sul.

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FONTE: CCN