SoFi se alia a Coinbase para oferecer serviços de trade de criptomoedas

Companhia de empréstimos fecha parceria com exchange

exchange americana Coinbase recentemente iniciou uma parceria com a SoFi, empresa de empréstimos online que deseja prestar serviços de trade de criptomoedas.

À partir da aliança, a exchange irá ajudar a SoFi a lançar uma plataforma onde os usuários poderão verificar valores de criptomoedas em tempo real, assim como comprar e vender.

De acordo com um anúncio, os novos serviços serão integrados à plataforma da SoFi Invest, apresentada neste mês. Até o momento os pares de negociação a serem disponibilizados pela plataforma ainda não foram divulgados, mas provavelmente Bitcoin e Ethereum estarão presentes.

“Nosso público alvo quer ver qual o valor da criptomoeda e comprá-la (…) Eles possuem o desejo de fazer isso e, em muitos casos, eles já estão.”, disse Anthony Noto, CEO da SoFi.

Noto ingressou na empresa em janeiro de 2018. Anteriormente, o CEO era diretor administrativo da Goldman Sachs e diretor de operações do Twitter.

Criada em 2011, a SoFi é focada em oferecer ajuda a clientes no refinanciamento de empréstimos estudantis, e recentemente expandiu seus serviços para adentrar o mercado de cripto.

Anteriormente a Coinbase também se aliou à Fidelity Investments para permitir que os clientes verificassem seus balanços de criptoativos. A Fidelity é uma empresa americana de serviços financeiros com mais de US$7,2 trilhões em ativos sob gestão. Apesar da parceria, a Fidelity ainda não oferece serviços de trade de cripto em sua plataforma.

Em janeiro, a empresa anunciou que lançaria em março a Fidelity Digital Assets, o próprio serviço de custódia de criptomoedas. A nova subsidiária fornecerá serviços de “custódia institucional de ativos digitais”. De acordo com um post oficial, a empresa reconhece que “clientes institucionais representam um amplo espectro de empresas financeiras, incluindo fundos mútuos, gestores de investimentos, escritórios familiares, planos de aposentadoria públicos e privados, consultores de investimentos registrados, companhias e seguros, corporações, dotações e fundações”.

“… muitas dessas instituições servem como administradores dos ativos de seus clientes (…) essas instituições devem trabalhar com um custodiante que possa demonstrar um histórico significativo e experiência em salvaguardar os ativos do cliente”

O post é concluído acrescentando que antes dos clientes institucionais realizarem investimentos institucionais em criptomoedas, eles “precisam saber quem está armazenando – e assegurando – as chaves privadas” para seus fundos.

FONTE: CRYPTO GLOBE

Foto de Beatriz Orlandeli
Foto de Beatriz Orlandeli O autor:

Simpatizante das criptomoedas, após cursar Arquitetura e Urbanismo, reavivou um antigo gosto pela escrita e atualmente trabalha como redatora do WeBitcoin.

biaorlandeli